Do tratamento de dados até um relatório eficiente, uma apresentação com dashboard’s é penas o detalhe que mais impressiona.
O Power BI é um instrumento que me permite, antes de tudo, colaborar comigo mesmo neste processo de formação. Neste artigo quero compartilhar um rápido tutorial de como cheguei à conclusão de meu primeiro relatório, através do curso do professor André Rosa.
O Microsoft Power BI colabora bastante com os processos, há comandos de clique tanto nas operações intuitivas, mas podemos usar códigos através da linguagem DAX. Na primeira imagem eu apresento uma conclusão de que as medidas e colunas estão alinhadas, matematicamente, e que os dados estão sincronizados para então os gráficos serem inseridos.
Através da imagem percebemos que no relatório é possível visualizar a sincronia entre dados e como os mesmos estão sincronizados para apresentação dos resultados esperados.
O que entendi até agora?
Entendi neste processo de aprendizagem que o uso das medidas é mais eficiente que as colunas calculadas, isso porque as medidas recorrem ao processamento da máquina diretamente, possibilitando uma performance bem mais eficaz na hora dos relatórios exibirem os gráficos.
Do que as Medidas do Power BI são capazes?
São capazes de somar, subtrair, multiplicar, dividir, máximo, mínimo, contagem e outras operações básicas do Excel se incorporam as medidas que podem ser isoladas em uma coluna de tabelas para então serem utilizadas nos processos de cálculos diretamente.
Tudo muito simples e um sólido conhecimento intermediário no Excel já me permitiu utilizar o Power BI em nível avançado.
Já as colunas calculadas se utilizam da memória RAM exigindo mais da máquina, e desta forma, dependendo do tamanho do arquivo do Power BI em execução, a apresentação pode ser comprometida por um certo delay.
O que o relatório apresenta?
O relatório apresenta uma tabela de cálculos do valor de ações atualizadas de algumas empresas bem conhecidas com dados fictícios, mas se distribuem, inclusive, apresentando valores negativos com sinais de desvalorização das mesmas ações.
Aprendi a inserir rótulos, usar a aba de visualizações com o máximo que pude, tudo simples e com bastante vontade de aprender e realizar é possível aprender Power BI como aprendi Excel ou Word, principalmente interagindo nas configurações dos gráficos.
Mesclei gráficos de barras verticais e horizontais, nos quais possibilitaram uma maior compreensão do conteúdo. Também há uma animação chamada “scroller”, bem atraente como no cenário de uma bolsa de valores.
Tratamento de Dado
Este processo inicial adveio do Microsoft Excel através de uma planilha única e não foi necessário usar relacionamentos. A verificação dos tipos de dados, de como são tratados no Power Query, passa por uma teoria de estudo sobre variáveis que aprendi ao ler um livro de Análise de Dados.
Acredito que o Power BI se torna bem mais aproveitado quando conseguimos inserir as teorias da Estatística Matemática. Estas quando bem consolidadas pelo analista, permite ir a fundo na realidade do negócio e nos permite enxergar o que todos jamais conseguiriam ver, e quando traduzimos isso em um dashboard, nos ternamos uma espécie de doutor estranho dentro da empresa.



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